A Mania de guardar Tudo
Dizem os especialistas que esta mania esconde, normalmente, um problema psicológico que deve ser tratada. Mas como convencer essa pessoa a admitir que tem um problema?
Partilhar o espaço com uma pessoa que tem a mania de guardar tudo, desde caixas de sapato, paus de gelados, garrafas e garrafões de plástico vazios, sacos, revistas, jornais, electrodomésticos que não funcionam até coisas que encontra e leva para casa, sejam velhas ou novas, não é fácil.
Guarda porque pensa que, em algum momento de sua vida, aquela peça terá alguma serventia e vai atulhando a casa com tantas coisas, que não sobra espaço para manter a casa ou espaços organizados e arrumados.
Vai acumulando, durante anos, objectos que nem sabe que os tem. E quando precisa procura e acaba por comprar porque naquela confusão nada se encontra.
Com este amontoado de objectos, o ar não circula e o ambiente fica propício a acumular mofo, ácaros, bolor e fungos.
Toda a família sofre com este comportamento e além das discussões, que não são o melhor caminho, a pessoa que partilha o mesmo espaço, chega a pensar que a culpa também é sua e pensa como no velho ditado "Se não o pode vencer junta-te a ele". Pensando racionalmente, pouco há a fazer se a pessoa não admitir que tem um problema, porque deitar um monte de jornais velhos fora pode ser motivo de grande discussão.
Esta atitude de acumular coisas, tanto as encontradas na rua como as compradas, traz prejuízos para a saúde, para as finanças e a paz de todos os envolvidos fica comprometida.
Os espaços da casa estão todos ocupados. Não há espaço para receber os amigos e a família. Para além da falta de espaço, o ambiente é sujo e desagradável. Quem o partilha tem vergonha e já não sabe se a culpa é sua ou do companheiro que acumula todo o género de coisas.
O que fazer? Não sei.
Dizem os especialistas que esta mania esconde, normalmente, um problema psicológico que deve ser tratada. Mas como convencer essa pessoa a admitir que tem um problema?
Partilhar o espaço com uma pessoa que tem a mania de guardar tudo, desde caixas de sapato, paus de gelados, garrafas e garrafões de plástico vazios, sacos, revistas, jornais, electrodomésticos que não funcionam até coisas que encontra e leva para casa, sejam velhas ou novas, não é fácil.
Guarda porque pensa que, em algum momento de sua vida, aquela peça terá alguma serventia e vai atulhando a casa com tantas coisas, que não sobra espaço para manter a casa ou espaços organizados e arrumados.
Vai acumulando, durante anos, objectos que nem sabe que os tem. E quando precisa procura e acaba por comprar porque naquela confusão nada se encontra.
Com este amontoado de objectos, o ar não circula e o ambiente fica propício a acumular mofo, ácaros, bolor e fungos.
Toda a família sofre com este comportamento e além das discussões, que não são o melhor caminho, a pessoa que partilha o mesmo espaço, chega a pensar que a culpa também é sua e pensa como no velho ditado "Se não o pode vencer junta-te a ele". Pensando racionalmente, pouco há a fazer se a pessoa não admitir que tem um problema, porque deitar um monte de jornais velhos fora pode ser motivo de grande discussão.
Esta atitude de acumular coisas, tanto as encontradas na rua como as compradas, traz prejuízos para a saúde, para as finanças e a paz de todos os envolvidos fica comprometida.
Os espaços da casa estão todos ocupados. Não há espaço para receber os amigos e a família. Para além da falta de espaço, o ambiente é sujo e desagradável. Quem o partilha tem vergonha e já não sabe se a culpa é sua ou do companheiro que acumula todo o género de coisas.
O que fazer? Não sei.